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Mueren mis letras en la oscuridad....Morrem minhas letras na escuridão.

Mueren mis letras en la oscuridad.

Mueren mis versos

abandonados con ansiedad.

Manifiesta la noche mi final.

Rocas tristes y desoladas

sepultan mi corazón.

Hay llanto en mi pluma…

Es un llanto de desesperación.

Me esposan mi voz…

Me asesinan mis heridas.

Me cercenaron mis alas...

son los reflejos del alma

que habla de un pueblo en llamas.

No tengo sueños…

No tengo amor.

Solo tuve mentiras

y lagrimas baldía.

Muere el poeta.

Muere la flor

tras los compases del reloj.

© Noris Roberts

Morrem minhas letras na escuridão.

Morrem meus versos

abandonados com ansiedade.

Manifesta a noite meu final.

Rochas tristes e desoladas

sepultam meu coração.

Há pranto em minha pluma…

É um pranto de desespero.

Me algemam minha voz…

Assassinam-me minhas feridas.

Me cercenaron minhas asas...

são os reflexos do alma

que fala de um povo em chamas.

Não tenho sonhos…

Não tenho amor.

Só tive mentiras

e lagrimas baldia.

Morre o poeta.

Morre a flor.

Depois dos compassos do relógio.

© Noris Roberts























Noris Roberts
Enviado por Noris Roberts em 27/04/2006
Código do texto: T146526
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Sobre a autora
Noris Roberts
Venezuela, 48 anos
135 textos (2622 leituras)
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Noris Roberts