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Sem dor, sem luz

Só resta o nada do morto
A dor atravessou o corpo
Em direção ao vazio do infinito
reflexo intenso do nada que partiu
sem deixar dor, nem luz
num infinito que bloqueia os sentidos

Se sentisse dor, reagiria
Se visse a luz, seguiria
Mas o corpo morreu
No ser que partiu

Sem dor, sem luz
prefiro a solidão
das letras no espaço
do que acreditar de novo
no homem sem podridão

Sem dor, sem luz
fecho portas e janelas
e penetro no vazio de minha alma
Antoniella Devanier
Enviado por Antoniella Devanier em 08/09/2006
Código do texto: T235445
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Sobre a autora
Antoniella Devanier
Feira de Santana - Bahia - Brasil, 42 anos
2 textos (83 leituras)
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Antoniella Devanier