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Poema Eletrônico

O poema não é mais o mesmo
Talvez por o fazermos a esmo
Não mais ligarmos para os termos
Ou para acertos ou erros extremos
A poesia ganhou nova forma!
Forma de um código que se forma e deforma
Cheiro de "Código Binário", eletrônico
Um sentimento falso, altamente mecânico
Não se ha mais o prazer
Em um caderno para escrever
Agora são apenas cliques e apertos
Dos teclados saem os sonetos
O poema perdeu o que de melhor tinha
O que nos fazia gritar algo que de dentro vinha
O poema perdou o fogo, a magia
E infelismente aconteceu o que eu mais temia
Agora se produzem poemas secos, sem poesia!
 
Maurício Freitas de Siqueira
Enviado por Maurício Freitas de Siqueira em 15/09/2006
Reeditado em 16/09/2006
Código do texto: T241206

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Sobre o autor
Maurício Freitas de Siqueira
Salvador - Bahia - Brasil, 28 anos
13 textos (380 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 06/12/16 04:23)
Maurício Freitas de Siqueira