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O apagar dos versos

Contemplai, oh mortais!
Minha face triste e moribunda
Quem teve a vida corcunda.

Correi! Seres de fúnebres sentir
De almas e corpos a se esvair,
Vejam a glória que me abate.
 
Olhai! Olhai todos vós
Desgraçados e mal amados,
Vejam o morrer de um astro!

Vê como chora o universo
No apagar de um poeta,
No morrer de mais um verso.


Rivelino Matos
Enviado por Rivelino Matos em 26/09/2006
Reeditado em 12/06/2011
Código do texto: T249731

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Sobre o autor
Rivelino Matos
Euclides da Cunha - Bahia - Brasil
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Rivelino Matos