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Tristeza

Eis que me vejo a beira de um precipício
Não tenho saida
Já que me vejo a beira de um altar sem fim
Naquele momento me sento em sua ponta
e reflito com exatidão
Não sei ao certo o que penso
mas é aquilo que precisava
Me jogo.
Durante aquela queda
que posso chama-lá de sem fim
me defronto com você
não havia pecebido
que o momento todo esteve do meu lado
ao meu lado
até a beira daquele precipício
onde me viu morrer
onde quis morrer
não pude aguentar
assim como qualquer indigno ser humano dotado de amor
te abraçei
naquela queda sem fim
chorei como nunca
como um criança recém nascida
no colo materno
e me senti melhor no seu colo
mas não pude deixar de notar
que continuavamos a cair
ao nada
de repente
tudo escureçeu
já não via mais você
e percebi que minha vida não tinha mais sentido
lágrimas rolaram, e cairam
ao relento daquele infinito
Joee
Enviado por Joee em 15/10/2006
Reeditado em 06/01/2008
Código do texto: T265081
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Sobre o autor
Joee
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 26 anos
11 textos (546 leituras)
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