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Feridas Abertas.

Assassinar o que insiste em ressurgir
Num passado mais que imperfeito
Numa lembrança que massacra
De uma tristeza que sufoca
Por uma mágoa que derrota
Que oprime, que reprime, que deprime.

Sentimentos desconexos, incontroláveis!
Solidão fiel a acompanhar
Passos curtos, arrastados, no vagar.

Olhos contemplam o espelho do piso
Sonhos ficam
Não buscam a imensidão
Quebram-se pelo chão
Sem deixar arranhão
Contrastam-se às feridas abertas
Àquelas a sangrar
Sem pena
Sem compaixão.
FÁBIO BARBOSA
Enviado por FÁBIO BARBOSA em 19/10/2006
Código do texto: T268401

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Sobre o autor
FÁBIO BARBOSA
Olinda - Pernambuco - Brasil, 37 anos
120 textos (7815 leituras)
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FÁBIO BARBOSA