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Papá...

Papá...

Yace mi cuerpo a tu lado…

frágil, callado, mutilado.

Mi alma divaga en la oscuridad.

Mis labios sin pronunciar palabras se hacen llanto en la tenebrosidad.

Llueve a dolor en los fluviales de mi voz.

La falsía del nuevo día ametralla mi alegría.

Hay orfandad en mi corazón.

 

Es un grito diluido cuando cae la tarde con su tierno trino.

No existo…

No quiero volver a la realidad…

y yo sigo muriendo en esta tarde que se va.

He dejado de existir…

El  viento nocturno parece sentirlo.

Levanto mis alas y en mi pecho la angustia sigue reflejada.

Mi vida es una larga noche

Que se lleva mis sueños, mis alegrías.

mis ilusiones...

 Mi cuerpo disperso… se lleva también mis versos.

©Noris Roberts

Papai...
Jaz meu corpo a teu lado…
frágil, calado, troncho.
Minha alma divaga na escuridão.
Meus lábios sem pronunciar palavras se fazem pranto na tenebrosidade.
Chove a dor nos fluviais de minha voz.
A falsía do novo dia metralha minha alegria.
Há orfandade em meu coração.
É um grito diluído quando cai a tarde com seu terno trino.
Não existo…
Não quero voltar à realidade…
e eu sigo morrendo nesta tarde que se vai.Deixei de existir…
O vento noturno parece sentí-lo.
Levanto minhas asas e em meu peito a angústia segue refletida.Minha vida é uma longa noite
Que se leva meus sonhos, minhas alegrias.minhas ilusões...
Meu corpo disperso… se leva também meus versos.
 
 ©Noris Roberts

Noris Roberts
Enviado por Noris Roberts em 03/11/2006
Código do texto: T281174
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Sobre a autora
Noris Roberts
Venezuela, 48 anos
135 textos (2623 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 10/12/16 05:35)
Noris Roberts