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A Dor de Minh'alma

Este dia negro que nasce novamente
Assola-me os sentidos
Pensando em ti, entre densas brumas
Temo meu futuro, tanto quanto o presente.

As fadas que tanto me auxiliam
A me livrar da dor que me dilacera
Já não estão aqui para cantar
A tão bela música da despedida.

Este coração que fora prometido a ti
Hoje mais rígido que um rochedo
Despreza a inutilidade do ser
e aprecia a beleza do humano.

Eis que aqui me retiro
pois estas dores são um fardo
que cabe só a mim carregá-lo
Irei dissipá-las em uma canção
 
 
Arena O Bardo
Enviado por Arena O Bardo em 23/11/2006
Código do texto: T298995
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Sobre o autor
Arena O Bardo
Tatuí - São Paulo - Brasil, 28 anos
4 textos (226 leituras)
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