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Delirios



     Meu corpo foi perdendo-se no infinito não mais consegui enxergar a luz foram sensações estranhas que confundiam minha mente, então pude ver não sei se vi ou apenas senti sei que foram sensações inexplicáveis.


]

“Os olhos, o ódio, a dor
O corpo, o desatino, a loucura
A face, a lagrima, o amor
Foram sonhos de uma alma pura.”



Diante de meus olhos, somente a escuridão fazia-se presente, percebi que vagava através de um labirinto de poesias que nunca foram escritas, de sentimentos que jamais foram revelados  e de estranhos delírios.




“O gosto, o cheiro, a solidão
O sangue, a morte, o precipício
A fé, a esperança, a ilusão
A alma, a libertação, o inicio.”



E aos poucos fui adentrando-me pelo labirinto, onde a morte vigiava meus passos e a cada minuto que passava sentia o fim aproximando-se, até que meu corpo lutando contra as dores de minha alma sentiu as ilusões aproximando-se e cada vez mais pude ver os reflexos de meu passado.



“Minha imagem refletida,
Senti o reflexo de minha dor,
As lagrimas cortavam-me o rosto; MALDITA•!
Deixastes apenas o rancor”



Minhas ilusões foram passando sob forma de um reflexo, em um espelho turvado pela poeira que o tempo deixa sobre nossas lembranças.
Mero mortal
Enviado por Mero mortal em 29/10/2005
Reeditado em 11/11/2005
Código do texto: T65025

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Sobre o autor
Mero mortal
Palmital - São Paulo - Brasil, 33 anos
8 textos (515 leituras)
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Mero mortal