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Mordaçando-me

A dor que outrora senti
caleja!
atiram-me pedras!
pra não sentir-me feliz
desbravando o que ha dentro distante
porque dentro de mim há agua
vibrante e perene às vezes
desbravando dentre as fendas feridas
sangrando que nem choro de criança

Pálido ar respiro e respiras
porque sentes o que sinto amordaçar
baqueando as idéias ousadas
a correr sem destino e alma.

Vê destino o que me guardaste!
pés frios descalços galgando ao vento e chuvas
de devaneios e mentiras , doenças e falsas alegrias
A felicidade, lux no horizonte
saber que existe lhe consagra feliz
não conquistando-a por completo

deseje-me sorte!
a mordaça está ficando mais firme
sem sentimentos pra sentir a cada dia
apenas pedaços de carne morta
realizando o vício banal que alucina
o verdadeiro sentido de viver
A Nilson
Enviado por A Nilson em 15/09/2007
Reeditado em 15/09/2007
Código do texto: T654317
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
A Nilson
Olinda - Pernambuco - Brasil, 41 anos
14 textos (445 leituras)
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A Nilson