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DENTRO DO TEMPO SELVAGEM


 

     NESTE SUPLICIANTE MOMENTO DE DOR E DESESPERO.
     ESPERO A MORTE ARREBATARME EM CADA PASSO DO POMTEIRO.
     SE LHE FAZ PECADO EM HORAÇÃO ANTES DO MOMENTO.
     NUM GRITO DESESPERO MEU SANGUE LAVA O CIMENTO.

               ESTIVAS DO MEDO ENCANTADORA DO HOMENS.
               SURJAS DE FORMA NOBRE LONGAS DE ONDE VENS.
               CONDE DESTITULADO A FERRO E FOGO.
               INTOJO, CAUSA DE NOJO, ESPORRO.

             POR DESTRUTOR PASSASTE DE LOUCO.
             DOR, SEDUTOR QUE INDAGASTEAS REGRAS DO MEU JOGO.
             PATIFE NORDICO PAI DE MINHAS ENTRANHAS.
             RIO LUGUBRE CADENTE DE PIRANHAS.

       VENTANIA SURDINA, DESCONTENTAMANTO.
       DOR DE TRAIÇÃO, INICIO DE SOFRIMENTO.
       SINTO SUA VONTADE MAQUIAVELICO SER.
       PUTA INFAME QUE ESTRAGA MEUS POEMAS POR VIL PRAZER.
   
DIEGO HUXLEY
Enviado por DIEGO HUXLEY em 10/10/2007
Código do texto: T688953

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Sobre o autor
DIEGO HUXLEY
Sobradinho - Distrito Federal - Brasil, 30 anos
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DIEGO HUXLEY