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Cisma

Prantos, lágrimas dementes
Rolam de minha face,
De minhas pálpebras tementes.
- Deus meu, veja este impasse! –

A desistência é filha da covardia!
Por acaso, serei devoto da agonia?
Mas teus olhos vejo sob a lua,
Teus olhos que meu peito perpetua!

Sei que é pecado o que faço,
Por Deus serei julgado,
Por Deus serei julgado!

Perdoe-me pelo platonismo,
Minhas palavras, meu lirismo.
Mas teu amor, ainda cismo!
Mayke Medeiros Rezende
Enviado por Mayke Medeiros Rezende em 30/10/2007
Reeditado em 30/10/2007
Código do texto: T715951

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Sobre o autor
Mayke Medeiros Rezende
Guapimirim - Rio de Janeiro - Brasil, 27 anos
34 textos (2248 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 22/10/17 18:12)
Mayke Medeiros Rezende