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Fingir de ser eu

Quando não há mais nada em volta,
E você crê que nada mais te atinge,
O que lhe resta é abrir a porta,
E eu sei... Você finge...

Pode ser que toda essa armadura,
Não signifique mais nada,
E tudo indica que sua mente já não é mais pura,
E ainda assim você insiste em pegar a estrada.

Correr como o Diabo já não adianta,
O que se pode fazer é esperar,
Subitamente tudo se levanta,
Você olha e sabe que não vai agüentar.

O que vai te matar é esse seu jeito,
Pensando em como escapar do sim ou não,
Mas já não lhe resta o que foi feito,
E o que vem a seguir é a solidão.
Aureliano
Enviado por Aureliano em 16/11/2007
Código do texto: T739938

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Sobre o autor
Aureliano
São Joaquim da Barra - São Paulo - Brasil, 33 anos
11 textos (579 leituras)
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Aureliano