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Refém


Vagando nas ruas sem saber onde estou,
escondida sob o manto negro da solidão.
Meus olhos te buscam na multidão,
quando a noite cai sou desolação.

Sigo caminhando,
caminhando sem saber onde chegar...
Olhos que tentam te encontrar,
cravada em meu peito a dor.

Fico sem saber onde estou,
nem para onde vou...
O tempo passou,
a mágoa ficou.

Te foste, sem motivo, sem razão.
Porque levaste contigo meu coração?
Hoje sou sombra...
Sou alma perdida, endurecida, refém da desilusão. 

( Poema escrito por mim em minha adolescência, quando a alma ainda não sabia lidar com  a magoa da desilusão.)



ÐäMå Ðë ÑëG®ö

Apenas uma mulher que já riu, amou, se entregou e chorou.
Escrevo apenas o que sinto. Muito longe de ser uma poetisa, sou alguém que apenas sente!

Dama De Negro
Enviado por Dama De Negro em 01/12/2007
Reeditado em 24/05/2012
Código do texto: T760945

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Sobre a autora
Dama De Negro
São Paulo - São Paulo - Brasil
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