Capa
Cadastro
Textos
Áudios
Autores
Mural
Escrivaninha
Ajuda
Textos
Texto

Poema da Monera

Feixe ígneo e vasto da lanterna
Condutor de perdidos a tantas dores
Fruto da estupidez dos desamores
Mestre da indubitável dor interna.

Deixe-nos conduzir nossos clamores
Sem nos consumir a vida eterna
Na incomensurável pós-moderna
Desativação dos teus sabores

Quero que ouças agora o meu pranto
E que espante todas as quimeras
Pois tais monstros vêm de outras eras
Nos impedir de usar da vida o manto.

Transmutação antiga das moneras
Veio esconder o nosso eterno canto
Estaria frio se não fosse santo
O foco quente dessas vis lanternas,

Que irrompem na pele como um leicenço
Deixando em parte “nosso corpo” tenso
Como se “fossem” um só corpo o nosso.

Leva adiante as glórias dessa farsa
Tal qual o arauto etéreo da desgraça
Determinando que eu nada posso.
gothmate
Enviado por gothmate em 30/11/2005
Código do texto: T78733

Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (por gothmate igni delirium). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.
Enviar por e-mail
Denunciar

Comentários

Sobre o autor
gothmate
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 41 anos
26 textos (1005 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 04/12/16 12:41)
gothmate