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Suprema Comunhão

Vejo almas eu, na Claridade insana,
esses Humildes, camponeses esses
que ouviram anjos nas douradas Messes
deliciando a Ansiedade humana...

Ah, vejo bem, quando do Sonho mana
o choro em versos do clamor das Preces,
transfiguradas, no Brancor de Asceses,
almas banhadas onde o Ser imana...

Tantas, entre soluços, risos... véus,
vão constelando, já Infantes, céus,
pra receber a Comunhão sagrada!...

Tantas seriam vistas como loucas
não fosse o Amor das harmonias roucas,
não fosse o coro a Dor aureolada!...
Aleister Dostoiévski
Enviado por Aleister Dostoiévski em 01/04/2006
Código do texto: T131916
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Sobre o autor
Aleister Dostoiévski
Nova Friburgo - Rio de Janeiro - Brasil, 35 anos
6 textos (180 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 04/12/16 18:42)
Aleister Dostoiévski