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Em julho deixo

Fogo da vida, queima o puro carbono
Com uma bruta rapidez.
Quengas imundas pertencentes ao calor
De julho em um dia de alegria.

Todos comemoram a sua liberdade,
Liberdade imposta por um mundo
De selvageria com poucos momentos de agonia.

Arte cênica, arte da armadilha liberta como um fogo;
O fogo celeste que espelha um céu estrelado
Por seres iluminados que estão a me deixar sem me acariciar.
Por destras da colina na próxima esquina
Deixo as minhas memórias. : - por favor, quem achar
Pode deixar no lugar, que assim você estará
Fazendo um favor para mim.
Edmir Junior
Enviado por Edmir Junior em 06/09/2006
Código do texto: T233867
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Sobre o autor
Edmir Junior
Juripiranga - Paraíba - Brasil, 30 anos
83 textos (1735 leituras)
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Edmir Junior