Sob o cajado de Deus.

 
Caminho nessa poeira.

 
Aqui sou a forasteira,
no deserto abrasador,
ouço o chamar do pastor,
fonte de vida e de amor,
no mundo é só canseira.
 
Refrescar no desamor,
é por nós alegoria.
 
A bondade da alegria,
É luz que vem abençoar,
no mundo vil me alentar,
E as lágrimas vão rolar,
no amor que não merecia.
 
Amor que vem agraciar,
com bondade insondável,
no teu aprisco morar.
 
Na terra admirável,
honro o espaço que possuo,
no mundo sempre evoluo,
com as benções, usufruo,
do nosso Deus tão amável.

 
Esse desejo eu acentuo,
que o Senhor seja meu guia,
na dor e na alegria,
das agruras eu recuo.


O cajado é o vigia,
a sua força revigora,
luta atroz não apavora,
o medo não me assola,
do pecado me alforria.
 
Fatima Galdino
22/01/2012
Fortaleza-Ceará
Fatima Galdino
Enviado por Fatima Galdino em 28/01/2012
Reeditado em 02/02/2012
Código do texto: T3466292
Classificação de conteúdo: seguro
Copyright © 2012. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.