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O Senhor dos Exércitos


Ele joga sujo,jogam sujos e são nojentos como o lodo do pântano
O meu Deus,o Senhor dos Exércitos é a lei, a sua voz é a espada viva
que ferirá os olhos malditos dos que rodeiam minha carne
È o meu escudo contra o vil tentador que quer devorar minh'alma
O poder do Deus que tudo pode não fez aos meus lábios o caírem contra mim,contra ele,e é
Deus na minha vida nem que eu não queira.
Meu coração jubila ,minha alma transpira de amor por saber do grande amor que o meu Senhor Deus me confia
Ele é o Supremo,ninguém me justifica,senão ele,sua palavra que talha o pescoço peçonhento desta terrível serpente invisível e que faz também os meus
inimigos aos meus olhos
visíveis

Quem pode com o Deus Supremo?
Ninguém!
Quem pode com Deus Supremo? 
Ninguém!

E chorei,como chorei por saber, por crer que o Cristo o Rei é o meu Deus,e por crer que depois dele não haverá outro Salvador,quem?
Mesmo que alguém insista em acrescentar ou tirar um jota ou til o verbo já veio,o verbo nos céus virá...e vem e todos verá!
Não há um outro alfa e nem ômega e nunca haverá.Amém!

E o meu inimigo,os meus inimigos não podem com o Senhor dos Exércitos
A eternidade gloriosa está na esperança,a minha esperança na minha confiança que Deus me deu!
Oh!Minha alma se exulta em alegrias!

E nenhum hipócrita,nem o ser maligno,e todos os que se levantarem contra mim,contra o seu povo o Deus meu os fará cair,o irá feri-los!

Mesmo nas minha fraquezas...
Mas estou com Deus!
Mesmo nas minhas faltas...
E sou de meu Deus!

Deus é a minha fortaleza e nele confio,o temo,pelo seu amor eu sofro,sua paz aquece ao meu espírito,acalma o meu ser,sua força aviva a minha fé,e sua espada é a justiça ao meu favor
O seu infinito amor é dado a todos os seus,a todos que o busca e todos nós fiquemos debaixo de suas onipotentes asas de misericórdia.

Ontem chorei...
De noite me entristeci e quando percebi eu senti minhas lágrimas caindo e se despencando
salgadas
Meus inimigos me caçoando e como me caçoaram!
Meu inimigo de mim riu,ruim este é,e como este ria de mim viu?

Eis então que a providência divina e de sua luz lá de cima fez penetrar do seu Espírito a minha chorosa alma 
Fez dela a sorrir,fez a ela se sentir da sua presença mui...e me peguei mui feliz!
Meus inimigos visíveis se enfureceram e estupidamente se foram dali.
O meu inimigo eu o vi sair em disparada numa vula se remoendo e envergonhado 
Acompanhado do seu ego,do cheiro imundo de sua injustiça, de sua maldade toda,de todo o pecado que arrodeia todos os lados nos quatro cantos deste seu vil mundo perdido

E o verbo vem...
Estou com Deus,estou com o fruto do seu amor,o fruto que virá...
E o verbo vem...
Ninguém pode com o Deus Onipotente ninguém!
E o verbo vem...

O meu inimigo,os meus inimigos não podem com o Senhor dos Exércitos
Ninguém pode com o Senhor dos Exércitos ninguém!


Claudemir Lima

Claudemir Lima Poesias
Enviado por Claudemir Lima Poesias em 21/11/2007
Reeditado em 29/06/2008
Código do texto: T745510
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Claudemir Lima Poesias
São Paulo - São Paulo - Brasil, 47 anos
618 textos (195112 leituras)
441 áudios (137121 audições)
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Claudemir Lima Poesias