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ANOITECE

Nadir A D'Onofrio


Assim que noite descerra seu manto,
Sinto medo, frio, solidão...
Recolho-me, no vazio dos meus aposentos,
E prá aumentar o sofrimento,
O canto agourento da coruja,
Que em meu quintal, resolveu se aninhar...
Tento rapidamente adormecer,
Quiçá eu possa sonhar com você,
E fazer a alegria, em meu ser de novo morar...
Assim que o dia amanhece,
Elevo a Deus minha prece.
Respiro fundo abro os braços,
Como, querendo abraçar o sol!
Corro pelo gramado, ainda molhado do sereno,
Pés descalços, sentindo a energia fluir do chão...
Uma alegria invade meu ser,
Ao ver as flores do meu jardim!
Lembro-me, que as plantei juntamente com você.
Nesse exato momento,
As recordações de um passado feliz,
Obrigam-me à raciocinar...
Se hoje sinto  solidão,
E pela lacuna,
Que você sem querer,
Deixou abrigada em meu coração...

06/04/2005
SantosSP
Nadir DOnofrio
Enviado por Nadir DOnofrio em 09/04/2005
Reeditado em 28/04/2011
Código do texto: T10508

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ANOITECE - Nadir DOnofrio
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Sobre a autora
Nadir DOnofrio
Santos - São Paulo - Brasil
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Nadir DOnofrio

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