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Transversos



Som transparente
Transpassou translúcido coração
Tão transpassado iniciou-se transformado
Tinham-no coitado
Inverso ficou são

Transpiro inverno
Aí reside minha desdita
Isso é coisa e coisa é dita
Travestida de palavra alheada
Como sou, tanto por mim
Quanto por nada
Corro o risco de morrer por um cisco

No que me diverso um quase tanto
Vou chegando ébrio de consciência
Minha paz é ciência no sacro ofício

Em torno de mim, giro
Transfiro a dor até não mais pensar
O quanto flutuo não tenho como pesar
até me transportar além desta inversão
leandro Soriano
Enviado por leandro Soriano em 10/05/2006
Código do texto: T153643
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Sobre o autor
leandro Soriano
Santos - São Paulo - Brasil, 59 anos
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leandro Soriano