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ÂNSIA DE SOLIDÃO

Às vezes eu rasgo meus dedos nas pontas
Das nuvens e fico sorrindo e sangrando,
Para que alguém veja o meu sorriso,
ou mesmo o meu choro.
Mas, que alguém, por favor note que estou.
Estou com todo medo...
O medo que senti na hora de nascer,
O medo que senti na hora de crescer.
Muitas vezes choro a melodia interrompida,
Ou a música que não foi cantada.
Então me vem aquela ânsia de solidão
E eu me pego revolvendo o céu, buscando respostas
Para as perguntas sem sentido,
Para os acasos que acontecem,
Isentos de qualquer lógica.

Por isso, às vezes tenho a impressão
Que enloqueço...
Quando procuro e não acho,
Ou quando encontro e me perco.
Ayla Alvim de Paiva
Enviado por Ayla Alvim de Paiva em 19/07/2006
Código do texto: T197341
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Sobre a autora
Ayla Alvim de Paiva
Olinda - Pernambuco - Brasil
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Ayla Alvim de Paiva