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A PRIMEIRA VEZ QUE SONHOU

Deu de alcançar as cumieiras
olhos em ramas
cuidadosamente postas
no íngreme das horas.

Ilusão vasta
delicada renda
de tecer asas.

Pulsavam chãos
e a raiz
rompia o gesto
mas não alcançava palavra.

Janela e longe eram iguais
aparavam  alvos
itinerários
como sorte de quem trilha
o nascente imaginário
da alma tenra.
Célio Pedreira
Enviado por Célio Pedreira em 06/10/2006
Código do texto: T257927
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Sobre o autor
Célio Pedreira
Porto Nacional - Tocantins - Brasil, 57 anos
10 textos (256 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 10/12/16 20:27)
Célio Pedreira