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Súplica das mãos solitárias....








Abandonadas sobre o regaço
quais frutos deixados à toa
nas gavetas, solitários...
Mãos que se assemelham
às cascas enrugadas
dos frutos engavetados
Qual violino abandonado
cujas notas emudeceram
no silêncio das madrugadas
elas sentem ânsias de emitirem
notas pautadas no amor.
Quiçá, um hino de louvor à vida.
Vem, toca-me...Assim entoam...
Sente o quanto minha pele delgada
e enrugada é macia. Não me temas!
Perceba nestas rugas
a minha história de vida.
Linda história de puro amor!
Vem! Toma-me entre as tuas
insufla-me calor, vida e carinho.
Responder-te-ei, qual o violino abandonado,
quando tomado pelas mãos do artista.
Com a mais bela, incomparável
e iluminada melodia.
Vem, não fujas de mim, por favor...
Aquece-me e afaga-me dissipando
a solidão que marca os meus dias.
Se não atendes ao meu apelo
morrerei imaginando que te fugiu
a mais sublime e louvável capacidade.
A capacidade de amar!.....






Bjss e muita paz para todos. PAZ!

Imagem do site google
http://farmacia.com.pt/index.php?name=News&file=article&sid=3984




Sônia Maria Cidreira de Farias
Enviado por Sônia Maria Cidreira de Farias em 26/08/2007
Reeditado em 03/02/2008
Código do texto: T624465
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Sônia Maria Cidreira de Farias
Jequié - Bahia - Brasil
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Sônia Maria Cidreira de Farias