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Descoberta!

Outrora, quando profana,
buscava frutos de meu labor
quando os frutos não eram colhidos
pelas peneiras do reconhecimento,
um negro desânimo me furtava a alma.
Estava eu coesificada, via o céu como algo fora de mim.
Hoje submergida no oceano de meu ser,
descobri a preciosa pérola sagrada
encontrei o tesouro oculto
descobri que o fruto do trabalho
não vem após o trabalho
mas é o próprio trabalho
é algo justaposto...
maravilha é sentir que o reino de Deus
habita em mim, sem ter que correr atrás Dele.
Maravilha é reconhecer que meu
trabalho é viver o mais intensamente.
Eu sou como a fatídica Circe,
que convertia em porcos seus amantes
ou como Beatriz, que os transformava em anjos.
Sou onipotente criadora
do fruto de meu trabalho
Grandes são todas as coisas
Quão terrível é a mesquinhez do coração
Viva! as verdades internas e as atitudes externas!
Ramayana
Enviado por Ramayana em 11/04/2006
Código do texto: T137291
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Sobre a autora
Ramayana
Santos - São Paulo - Brasil, 27 anos
22 textos (1315 leituras)
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Ramayana