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Acabou-se a solidão


Andei só, sem destino a demandar
a alma, minha nobre companheira,
por caminhos estranhos, a divagar,
e ela constantemente á minha beira.

Sempre me requestou desesperada,
e eu, embotada de olhos cerrados,
recusando mirar a verdade ansiada,
e buscando em desusados lados...

Até que do sul de outro hemisfério,
acudiu adejando, plena de mistério,
no reencontro, identificou a minha!

Acabou-se a solidão, veio o refrigério,
Espíritos unidos, plangente o saltério,
em nosso diáfano ninho, tal avezinha!
Fada das Letras
Enviado por Fada das Letras em 19/08/2006
Código do texto: T220488

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Sobre a autora
Fada das Letras
Almeirim - Santarém - Portugal, 60 anos
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