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Lapso da transformação



Vocês nos deram à liberdade
Mas roubaram nossos corações
Vocês nos deram amor
Mas ainda permanecemos sem escolha

Meu grito mais culminante é abafado
Suspiro na paz do meu pensamento
Tento inventar o real, mas não sou abençoado
Assim caio e desapareço com meu passo tímido

Não me recordo do ultimo ato a atenuar
Já faz tempo que ouvi “futuro sou eu quem faço”
Bati no peito, mas desmoronei na primeira esquina de fato
Assim entendo por que não consigo correr
Contudo racionalizei e percebi, que nasci pra voar

Os discos me disseram mais que minha caixa mágica
Fora da órbita tradicional me sobressai na ousadia
Meus amigos já não me reconhecem, lapso do podre padrão
Longe de um ponto final, lhe contagio com o infinito atrevimento
E para aqueles que não me adotaram, deixo minha bela ilusão
Bardella
Enviado por Bardella em 17/11/2006
Código do texto: T293516

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Sobre o autor
Bardella
São Paulo - São Paulo - Brasil, 30 anos
9 textos (387 leituras)
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Bardella