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                         A MUSA



Ela ia delicadamente seguindo...
Subia só, a colina passo a passo,
No limiar desta vida, o seu traço,
Semi-humana, a Musa ia surgindo...

A solução para as dores conseguindo,
Quando, deste mundo se ausentava,
E assim nem prazer nem dor restava,
Só a visão da  aurora ressurgindo.

Deixava seu amado entre as planicies,
Entre os rios que banhavam as cidades...
Entre as flores que insistiam em nascer.

Subia sempre e deixava a superficie,
No alto da torre somente a eternidade,
Melhor morrer, que de amor, se perder!



soneto em construção

Vale do Paraíba, foto de minha autoria feita
no Alto do Itapeva, em Campos de Jordão.


 
Adria Comparini
Enviado por Adria Comparini em 06/05/2014
Reeditado em 09/05/2014
Código do texto: T4796931
Classificação de conteúdo: seguro
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