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Onirismo Subterrâneo

Segrego um anseio de ímpeto infinito
Acolho a caricia inerte do sonho
Estes versos tristes que agora componho,
Sóis semeados num único grito!

Deuses com faces feitas de granito
São ídolos que com ardor medonho
Perpetram a carne que suponho
Ser o suspiro dum símbolo proscrito.

Me arrojo no mais negro abismo
Onde sorvo um anômalo niilismo
Perscrutando e dissecando o Abstrato.

Espero que os sonhos sejam na lira
Os rios subterrâneos da mentira
Com os quais a sede de infinito mato!


Luis Felipe Saratt
Enviado por Luis Felipe Saratt em 18/09/2007
Código do texto: T658337
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Sobre o autor
Luis Felipe Saratt
Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil, 35 anos
61 textos (1089 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 23/10/17 10:34)