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Limite

Não são os versos minhas bordas
Nem as estrofes minhas margens
Tampouco as rimas minhas cordas
São tudo, e apenas miragens

Como se fosse ciência, a inspiração
E não a escrita que lhe dá forma
O poema, só é oração
Quando o poeta é sua própria norma

Se só teria então de diferente
O sabor de minha palavra
Só veria aquele que sente
O aroma e o valor de minha lavra

Meu limite, meu réu!
Que me faria enfim
Um lago, do fundo ao céu
Repleto de mim
Alan Miranda de Freitas
Enviado por Alan Miranda de Freitas em 12/11/2007
Código do texto: T734099
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Alan Miranda de Freitas
Campos dos Goytacazes - Rio de Janeiro - Brasil, 29 anos
21 textos (339 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 21/08/17 02:28)
Alan Miranda de Freitas