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Fel

Dei meu sangue ao papel
E o tracei em linhas ditas
Derramando todo fel
Sobre palavras malditas

Minha fé é minha amante
E toda força é resultante
De minha índole pulsante
E sua mente inconstante

Para que deveras fosse
Sábio e puramente incauto
A oferta, nosso holocausto
Sangra sorrindo a quem trouxe

O silêncio ao seu canto
Aos olhos, brilho amaranto
Mas queimou em fogo lascivo
O que era morto e não vivo
Alan Miranda de Freitas
Enviado por Alan Miranda de Freitas em 13/11/2007
Código do texto: T735618
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Alan Miranda de Freitas
Campos dos Goytacazes - Rio de Janeiro - Brasil, 29 anos
21 textos (340 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 21/10/17 07:20)
Alan Miranda de Freitas