Nua lua.

Nua lua

Brilha na face pálida

E reluz em infinitos sóis

A brilhar no celeste

Por incorpóreos seres alados

Habitado.

.

Ouso te vestir de azul

Doce borboleta ligeira

Que beija minha boca seca

No fulgor gentil da tua sina

De ser água em desérticos sóis

E brisa em infernos pelos homens

Tornados inabitados

Meu doce ser alado,

De azul pincelado

Em noites de luares azulados

Pela Nua lua,

A brilhar em faces pálidas e tristes dos anjos caídos...

Jeanne Geyer
Enviado por Jeanne Geyer em 01/05/2022
Código do texto: T7506708
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