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subjetivo

Nem mais menciono a subjetividade,
Esse espelho de mil olhos.
Comparo minhas mãos a dos alquimistas
Pela crença surreal do ouro
Essas duas fadas submissas
Efeito contrário ao do tesouro;

E tudo vira uma vanguarda, uma bagunça, gritaria
Quando toco em uma situação alheia
(sinto mesmo o desenrolar da teia)
O mundo não para nunca, todavia;

Acho que é por isso que me emociona
Por essa estabilidade surpreendente
Quando tudo que guardo em mim é pendente;

Sonhos que abrem buracos na alma
Alegrias bruscas, inimagináveis, pelas quais anseio
Sintomas urgentes que me acometem
E que hibernam sombrios na lágrima do meu seio.
Scarllet Souza
Enviado por Scarllet Souza em 19/04/2006
Código do texto: T141700
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Sobre a autora
Scarllet Souza
Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil, 26 anos
14 textos (630 leituras)
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