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Amor em desalinho


  Cada vex que você sai eu penso que é pra sempre.
  Desfaleço, quase enlouqueço,
  fico um trapo.
  Sua ausência me perturba,
  trepudia, me tortura.
  Entro e saio, bato a porta
  pego o carro.
  Choro pelas coisas que nos fizemos, pelas mágoas tatuadas,
  pelo silêncio quebrado,
  pelas lembranças guardadas.
  Em meu rosto, as marcas da falta que você me faz.
  Rancoroso faço sua mala,
  arrumo suas coisas,digo que dessa vez é pra valer,
  tem que ser.
  Mas guando vejo seu vulto no portão,
  sua silueta no vidro da porta,
  meu peito grita enlouquecido,
  o que você fez já não importa
  nâo precisa pedir perdão, eu já tinha  até esquecido
  e me pergunto em desalinho o que foi que você me fez?
  Eu já nem sei.
Fernando Davila
Enviado por Fernando Davila em 19/06/2006
Código do texto: T178288
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Sobre o autor
Fernando Davila
Cuiabá - Mato Grosso - Brasil, 48 anos
10 textos (382 leituras)
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