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Durante os anos em que vivi descobri muitas coisas sobre o mistério da vida,
porém ainda há muitos mistérios a serem descobertos dentro de mim,
o que espero é que o tempo que tenho seja suficiente para isso,
e que eu não me perca do meu destino.
Descobri que sou uma pequena luz no céu,
tão pequenina, no céu de uma noite no campo, repleto destes brilhos.
Descobri que minha inocência em acreditar e esperar o melhor das pessoas
ainda está muito próxima a de uma criança que nada sabe,
que quase nada entende e que tem uma vida pela frente, 
mas não me importo com isso,
somente espero que eu nunca perca a fé nas pessoas, ainda que elas não tenham fé em si mesmas.
Descobri que por mais que eu tenha percebido que o meu emocional dirige minha vida, e mesmo que por muitas vezes eu tenha tentado controlar os momentos em que a razão precisa prevalecer,
eu ainda me deixo tomar pelas emoções provocadas,
e a emoção acaba por sobrepor a razão, assim, tento viver comigo,
porque sem emoção não sou ninguém, pois sem emoção deixo de ser eu mesma,
espero que nunca perca a minha essência.
Descobri que o caminho que tenho a percorrer não tem distância exata.
e que de algum modo sei que será difícil saber aonde devo chegar,
escolha qualquer um dos tantos caminhos que se apresentem diante mim.
mas sempre terei comigo o ponto de partida.
Descobri que saber reconhecer os sinais, não quer dizer que se conhece a situação,
ela simplesmente muda, sem que esperemos ou compreendamos.
Descobri que o silêncio gera uma dúvida insuportável,
e com isso descobri que não lido bem com o silêncio das pessoas,
e sofro profundamente quando elas não dizem
principalmente o que esperam de mim e simplesmente resolvem desistir.
Descobri que o melhor dos remédios para as dores da alma é o tempo,
o tempo inexplicavelmente cura as feridas, ameniza os sentimentos,
mas, isto não significa que novas feridas irão doer menos ou irão se curar mais rapidamente,
eu, espero somente nunca ter medo de me aventurar e me expor aos riscos de me machucar.
Descobri que leve o tempo que levar, um dia ainda serei mestre mas nunca deixarei de ser aprendiz.
LuRubia
Enviado por LuRubia em 16/08/2006
Reeditado em 27/05/2010
Código do texto: T217982
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre a autora
LuRubia
São Paulo - São Paulo - Brasil, 49 anos
229 textos (8236 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 09/12/16 15:38)
LuRubia