Capa
Cadastro
Textos
Áudios
Autores
Mural
Escrivaninha
Ajuda
Textos
Texto




Caminhos que perderam os vestígios
e não há como prosseguir com destino determinado.


Vai-se até ali, lá, e até onde se foi não se vê
 menor identificação com o lugar almejado.
 
Vielas sem saídas, uma esperança que surge num monte distante: perto dali existia o desejado, o que se busca,
aquilo que, em existindo ainda, é a pretensão.

Muito confuso andar no labirinto, antes a devastação...

No labirinto volta-se ao mesmo lugar e, após esforços,
não se fez sequer inicio da verdadeira caminhada.

Nos desencontros busca-se o que queria ter, 
mas o cansaço faz com que não se saiba se a pretensão continua.

Em muitos momentos questiona-se: ainda existe
 o lugar que eu queria estar? Ou tudo já está renovado,
 com a minha exclusão informal da vida?

Vida afinal que, valeu. Ao menos para saber que se viveu,
 mesmo que a vida tenha terminado sem aviso prévio.

E avisar pra que?
 





Evaldo da Veiga
Enviado por Evaldo da Veiga em 29/08/2006
Reeditado em 02/05/2012
Código do texto: T227791

Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original. Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.
Enviar por e-mail
Denunciar

Comentários

Sobre o autor
Evaldo da Veiga
Niterói - Rio de Janeiro - Brasil, 73 anos
952 textos (313617 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 08/12/16 08:31)
Evaldo da Veiga