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Muito além de um mero olhar

Phares: Menos por sua insônias do que pela idéia de uma paixão irrepreensível. O mundo acabou e ficou outro belvedere, dos que vão dizer: Desçamos e recuperemos o que foi nosso um dia; e mais (em seguida) suba ao promontório, as estrelas...elas.
Concomitante nesses comenos a antípoda do movimento desolador, aqui reconstrói o caminho da luz eterna. Por causa dela. Phares: pesado foste e achado em falta.
Escuta, o meu fim de mundo é um paraíso onde há uma tempestade que nunca chega a desabar
onde os ventos e a penumbra do temporal estão parados no tempo e o rio majestoso que cruza a mata ruge eternamente....(e os nenúfares suspiravam na solenidade de sua desolação...)
Não vi os fogos-fátuos atraentes e imortais porque são luzes que se vão. Ontem despertei, a luz da rua era morna como uma manhã de insônia..., meus pesadelos rarearam até acabar, ficou aquela que destruiu as "Catorzze" no mesmo lugar e isso traçou uma estrada transcendental rumo a minha hora da verdade.
Eu disse: agora já rufla a kênosis...
(Para além das muralhas erguidas para deter Gogue e Magogue e onde o ria da água da vida se derrama no mar...)
Léo Pandorinho
Enviado por Léo Pandorinho em 24/10/2006
Código do texto: T272714
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Sobre o autor
Léo Pandorinho
Vitória - Espírito Santo - Brasil, 32 anos
5 textos (117 leituras)
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Léo Pandorinho