DILEMA

Que dor que sinto, que amargura

Que desejo, que ambição, que loucura…

Sentimentos difusos, misturados

Amálgama de emoções

Que trago dentro do peito

Preciso de espaço

Tranquilidade, racionalidade

Para poder compreender, e resolver este dilema

Vou ter que ser capaz, de me encontrar

E rumar a porto seguro

Onde possa aportar, em terra firme

Ancorar o barco da desilusão!

E aí poder transforma-lo…

Num belo navio de recreio

Onde reine a alegria, o prazer,

A harmonia, a tranquilidade…

Onde por fim possa acabar

Com este dilema de emoções, inconsequentes

Mário Margaride
Enviado por Mário Margaride em 07/12/2006
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