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Declaração das boas velhas

As letras que aqui combino já estão viciadas.
As palavras sozinhas se formam, se o assunto é de velho sabido e não é mais segredo.
Agora eu tenho medo.
Do sentimento que me deixa não dormir.
O que me faz sentir que meu mundo pára e o teu gira...
O que me faz sentir distante e me pede insistente, incessante que eu corra pra te ver.
Mas quem me dirá os caminhos do seu coração?
E quem irá dizer o que a vida, agora, apronta?
Me conta! Não demora...
Mas se um dia, meu caro luar, deus a mim der ti, prometo não faltar sol, para a noite fazer-te brilhar.
E estrelas não vão faltar...
Prometo enfeitar o céu, a terra e o mar.
Toda noite de luar será inesquecível.
Não posso dizer, mas se quiseres, observe meu olhar:
As frases já correm se mostrando abertamente pelos meus olhos que anunciam as boas velhas: Eu te amo.
Marry
Enviado por Marry em 07/07/2005
Reeditado em 25/09/2005
Código do texto: T31957
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Sobre a autora
Marry
Caçapava - São Paulo - Brasil
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