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NOSSAS MEMÓRIAS

Quando a fera da solidão
Bate à porta do meu coração,
Só você é o meu refúgio.
Então me refugio nas lembranças,
Nos momentos – bons.
Até esqueço que, algum dia,
Algo foi dor.
Navego nas curvas turvas
Do teu olhar, e vejo-me
Embriagado de prazer.
Mesmo só!
No entanto, como agora
Tudo é saudade...
Queria te dizer que:
“Ter saudade até que é bom.
É melhor que caminhar vazio.”
E que a saudade que eu sinto,
Não é apenas de você.
Mas de tudo o que fomos.
De tudo o que vivemos.
E, se algum dia,
Alguém foi insensato
E alguma coisa inconseqüente:
A memória é indelével.
O prazer, inesquecível!
O nosso amor, eternizável!

Mais um dia se passou...
O que foi que você fez?


 
Marcos Aurélio Mendes
Enviado por Marcos Aurélio Mendes em 31/08/2007
Código do texto: T632730
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Sobre o autor
Marcos Aurélio Mendes
Jussara - Bahia - Brasil, 52 anos
443 textos (35735 leituras)
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Marcos Aurélio Mendes