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Poetas II.

O poeta sente...
O poeta chora...
Fonte límpida do que ele suspira.

Forja!
Sentimentos alheios
Em seus devaneios.
Marca, com toda sua alma
Todos os seus anseios.

Em seu silêncio
Desperta
Agride, e ama...

No manso e no intimo
Procura curtir a sombra de sua alegria
Na fortuna de alguma alegoria.

Entre a lassidão que nos ensina
Verte ao tão largo, verte ao tão longo, verte ao tão lento
Angustia incomodada em algum pressentimento.

Num gemido que dói no crânio
Aprofunda e acha o sentimento
No moribundo aspecto do mundo.

Fernando A. Troncoso Rocha.
Fernando Troncoso
Enviado por Fernando Troncoso em 07/09/2007
Reeditado em 08/09/2007
Código do texto: T642366

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Sobre o autor
Fernando Troncoso
Praia Grande - São Paulo - Brasil
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Fernando Troncoso