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Sábado a noite na praça


Nas noites de sábado a praça tem um sabor doce para as pessoas que nela se senta, com muita fome de sossego, após mais uma semana rotineira de labuta.
Nos sábados de inverno, na praça, as pessoas encapotadas não deixam de ir ver a banda. A banda que com seus acordes belos louvou as flores quando era primavera. Que no verão encantou, com sua doce harmonia, a centena de pessoas que na praça foram, á procura de se refrescar com a brisa amena e saborear a melodia divina dos couros e dos metais. No outono, tempo de laranja melada, lá estava de novo a banda tocando suave e docemente.
A praça tem banco de pau verde. Tem o coreto redondo cercado com grade de ferro no centro... Tem a banda que tem trombone. Nela as árvores centenárias cercam as pessoas jovens, crianças e velhos que dividem pipoca e algodão-doce.
A praça é sempre lugar de se encontrar alguém que passeia e procura por alguém.
Muita gente vai à praça ver a banda... Namorar. Vai brincar, ler algo belo; é só ser sábado e a noite chegar.

CARLOS CUNHA o Poeta sem limites
Enviado por CARLOS CUNHA o Poeta sem limites em 08/09/2007
Código do texto: T644153

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Sobre o autor
CARLOS CUNHA o Poeta sem limites
Japão, 63 anos
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