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Sagradas Missas do Amor

Das pedras nuas e frias do portão de minha casa eu vejo, lá ao longe, um céu doce decaindo sobre os velhos telhados. Ele tem uma mágica cor azul-enegrecida, de um tom que só é visto quando a noite é de inverno.
Nele eu vejo uma placa esférica e brilhante; ela é amarela como se fosse de creme endurecido e por sombras claras e cheias de calmaria é marcada.
É o espelho refletor da luz dos olhos de Deus. É a lua... Alva e mágica.
Deus a fez candelabro rico, como ouro-velho num ponto do céu. Nesse dia Ele deu a luz e vida ao homem; a ti mulher santificou e fez do poeta padre, ordenando que ele rezasse as Sagradas Missas do Amor.

CARLOS CUNHA o Poeta sem limites
Enviado por CARLOS CUNHA o Poeta sem limites em 18/09/2007
Reeditado em 18/09/2007
Código do texto: T657346

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Sobre o autor
CARLOS CUNHA o Poeta sem limites
Japão, 63 anos
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CARLOS CUNHA o Poeta sem limites