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Vida que te quero vida.


Vida que te quero vida

Marilda de AlmeidaT


Hoje eu faço parte de um fantástico jogo, chamado Vida,
Tudo que faço não dá para voltar, é ir seguindo em frente, pois nesse jogo não tem prorrogação.

É viver cada minuto como se fosse o último, pois os próximos, não estão em minhas mãos.
Até o pôr-do-sol de hoje, não será igual ao de amanhã, passou, passou, não tem volta.

Nessa vida tudo se vai, mas a essência do que sou e faço, ficará eternizada.
Hoje, já não quero ser feliz, quero estar feliz a cada instante, sem pensar no amanhã.

Vou vivendo como posso, almejo algumas coisas materiais, se me for permitido, tenho certeza  conquistarei.
Amanhã... talvez... quem sabe... não sei.

Este jogo dirá, se amanhã o que desejo terá importância vital ou não.
Continuarei jogando, quebrando a cara, caindo, levantando...
Pois não sou de ficar esperando alguém me levantar.

Arrisco cavalos e rainha, se perder recomeço, pode ter certeza, lá estarei eu, a vida só acabará quando eu desistir de jogar...
Desistir, porém, jamais.

Lutar sempre, pois a vida é bela para renunciar a este jogo.
Guardo a bandeira branca pois, com ou sem peões o importante é seguir sempre em frente.


Marilda.

04/09/2007
Marilda de Almeida
Enviado por Marilda de Almeida em 12/10/2007
Código do texto: T691951
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Sobre a autora
Marilda de Almeida
Sorocaba - São Paulo - Brasil, 58 anos
72 textos (2501 leituras)
1 e-livros (138 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 20/08/17 01:22)
Marilda de Almeida