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Ecos do passado

Ele era de demência?
Dissidente do fato
Do cemitério do mundo.

Mediadores me conduziam,
Pensamentos de racismo flertavam-me...
Na fabulosa milícia da cultura.

Refugiado ao que me cercava
Minha história era impactante
Longe da prisão
Do tempo final
Da overdose do amor.

Na fonte de confiança
Dominava o engano
De reputação de criança
Inspirada no tratado
De ser apenas feliz!

Rompeu-se o laço
Nas informações dissidentes
Do calabouço do mundo.
Frio, senil e doente,
Da fábrica de vidro.

A cor púrpura me vestiu
Na doce ferida de meu gozo...
Pecaminosa, ateou fogo ao meu peito,
Iluminada pelo desejo
De meu espírito romântico.

Hoje, a silhueta espira meu desejo,
Na doce ferida de lutador.
Como caçador de toda a sorte
Venço o monstro que habita dentro de mim
No deserto de veneno e morte.

Submergiu o inconsciente
Sacudido pela tempestade
Transverberado da sociedade
Esparsa e triste
Escondido na declaração de voto.


Fernando A. Troncoso Rocha
Fernando Troncoso
Enviado por Fernando Troncoso em 15/11/2007
Código do texto: T738547

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Sobre o autor
Fernando Troncoso
Praia Grande - São Paulo - Brasil
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Fernando Troncoso