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Vida suburbana

No ciclo dos entes queridos
Mal digeridos pela vida
Com a cabeça fazemos exames de médico.

Procedimento artificial
Inextricavelmente interligados
Em categorias estanques
Tão fáceis de descrever.

Precisava-mos inventar
O desespero, ou a terapia filosófica
Onde possamos nos basear
Em verdades de médicos!

Digam-me doutores!
Tivestes experiências a ser inventada?
Delírios de febre cerebral?
Ou terapia do desespero?

O exemplo da melancolia
É derivativo do mais fundamental.
Importuna!
Mas digamos, o ódio de si próprio
Desceu dos céus, na ingênua espiritualidade...

Tenho dúvidas, inquietações e paranóia
Mas eu, baseei-me em teu próprio método
Conduzo a abordagem
Explorando-a uma de cada vez.

Artificialmente como sugeriu
Na mania regressiva do egoísmo.
A sífilis cerebral da paranóia
Sem ser franco nos problemas.

A infelicidade, são apenas pensamentos estranhos
Que me prejudicam a saúde!
Terapia do sol posto
Onde senti sorrir o meu desgosto...

A cada vinte e quatro horas de existência.
Perfilo a sociedade
Rude e egoísta
Que diz fazer história
Na inércia de suas vidas
Ou na bondade infame de seus atos?
São sublimes em suas mentiras
Ippon perfeito de suas belezas!


Fernando A. Troncoso Rocha
Fernando Troncoso
Enviado por Fernando Troncoso em 02/12/2007
Código do texto: T761673

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Sobre o autor
Fernando Troncoso
Praia Grande - São Paulo - Brasil
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Fernando Troncoso