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zé do mundo

ele a apartar-se do ecrã, hípico na nudez
ela, menha imensa em fim de tarde, o tempo sem janelas
neste reborado, ai-dai-me que pulsa o dia, sem isentar governos

no negócio do trauto, na canção sempre nossa, no corpo que só
eu beijo: zé do mundo, querendo saber da pele da escrita,
da outra camada. pois que pego na cabeça que há após a gravilha

em
qualquer
noite

das tuas.

são marcos (julho de 2002)
Nuno Trinta de Sá
Enviado por Nuno Trinta de Sá em 28/12/2005
Código do texto: T91510
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Sobre o autor
Nuno Trinta de Sá
Portugal, 43 anos
73 textos (1677 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 05/12/16 19:09)