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Indiferença ou invisibilidade?

A sociedade paulista se reprime cada vez mais com os problemas do cotidiano, porém, é de se notar um em particular que nos episódios recentes de nossa história tem afetado o estado psicológico e desabitual das coisas.

Imagine você caro ouvinte, saindo da tua casa e não sabe, não pode ter certeza se na volta haverá paz. Sim está tão declarada necessidade humana sempre esteve ameaçada em inúmeros e distintos lugares. Mas agora... Em São Paulo o povo sente medo e se apavora com fatos sem precedentes na rotina urbana das principais metrópoles do Estado.

Imagine um caos urbano, descentralizado e pior orquestrado... Isso mesmo, como a música que você ouve agora. Organizado... Que funciona como um reloginho industrial. Todos nós o tempo todo possuímos e sentimos vontades aleatórias em momentos que pedem a quietude.

Pórem Deixo aqui uma pergunta para nossos governantes: O que o trabalhador paulista pode fazer para ter o mínimo de dignidade? Pois a educação, a saúde e os direitos trabalhistas cada vez mais estão sendo confiscados dos brasileiros. Agora nem o mínimo de segurança, no qual se exerce o Estado de Direito, está assegurado, imagino que se existe em tese, deveria existir também na prática.

Será que somente aqueles que estão providos de recursos, tem  infelizmente capacidade de comprar seus direitos? Acredito que descobri finalmente qual é a lógica mundial,que também é a lógica capitalista. Vamos ter que comprar o direito a paz, ou contratar seguranças privados?

Já se houve falar a muito tempo em reformas, reforma pra lá, reforma pra cá e a obra se mantém inalterada. O que será que ainda falta acontecer para que nosso Governo perceba a indiferença na qual à população carente sempre é tratada pelo Poder Público?

Artigo proferido na Rádio Metodista de São Paulo
José Luís de Freitas
Enviado por José Luís de Freitas em 25/05/2006
Reeditado em 26/05/2006
Código do texto: T162452

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Sobre o autor
José Luís de Freitas
Diadema - São Paulo - Brasil, 32 anos
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