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A questão da humanidade perdida nas suas manias

A questão da humanidade perdida nas suas manias

Podemos analisar que a humanidade desde os seus primórdios não teve uma evolução humana, desde que nos conhecemos como seres humanos racionais habitantes deste sistema continuamos a nos comportar como se tivéssemos uma tacape na mão, vejo e observo como reagimos nos tratando uns aos outros, na realidade dependendo do nível de stress que nos encontramos a racionalidade perde se, não podemos claro dizer que a racionalidade ou o momento de lucidez não exista, ele existe sim.
Mas com essa existência humana já perpetuada a milénios e com todo o tempo que já nos encontramos na dita evolução mentirosa não conseguimos segurar esse momento de raiva e explosão.

Partindo do pressuposto da evolução mentirosa podemos nos questionar sobre algumas coisas:

Podemos dizer que a globalização seja uma evolução humana?
Podemos dizer que a conquista do espaço ou a descoberta da luz nos trouxe mais humanidade?
Sinceramente acho que não, isso é apenas evoluções tecnológicas que visam facilitar a nossa vida, mas de uma forma que exclui.
Se ao invés de pensarmos em ir para Marte, ou construirmos aviões mais rápidos, ou computadores mais potentes, não deveríamos pensar em primeiro tentarmos acabar com a fome, pois com os milhões e milhões de euros que são gasto em tecnologia poderiam alimentar milhões e milhões de famílias que vivam abaixo da linha da miséria, mas nos não enxergamos isso pois pensamos apenas no que se encontra no nosso entorno, no nosso mundinho, na nossa televisão que avariou, no nosso computador que não entra na Internet.

E ainda escuto os cientistas falarem que há uma necessidade na evolução da tecnologia, agora vamos nos juntar e tentar usar nossa inteligência para igualar a humanidade, acabarmos com essas diferenças absurdas, vamos abrir os olhos para a Africa por exemplo.

Sem entrar nos pormenores da evolução bélica que ainda é mais delicada e absurda.

Por isso que penso desde o tacape e das cavernas continuamos os mesmos bárbaros que um dia fomos e que isso nunca vai mudar.

Fernando Neves
FERNANDO NEVES
Enviado por FERNANDO NEVES em 05/08/2006
Código do texto: T209813
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Sobre o autor
FERNANDO NEVES
Portugal, 34 anos
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FERNANDO NEVES