A ROSA E A SOLIDÃO

Solitário seguia pela calçada,

meditando sobre a dor da solidão,

quando encontrei toda amassada

uma rosa vermelha no chão.

Havia ao seu lado um bilhete

onde algum coração escreveu:

“Nasci para adorar e amar-te

e para ser eternamente teu.”

Aquela imagem me ilustrou

e a meditação se completou,

concluindo o que seria solidão:

Viver com um coração partido

por causa de um amor destruído,

com a crucial dor da desilusão !

SP. 14/09/08

Fernando Alberto Couto

Fernando Alberto Couto
Enviado por Fernando Alberto Couto em 14/09/2008
Reeditado em 06/01/2009
Código do texto: T1177324
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